A CER-MG enviou para a CEF, no dia 5 de outubro de 2020, seguindo o calendário eleitoral, o mapa de apuração e a ata final das eleições em Minas Gerais. O pleito contou com a participação de 6.059 profissionais que elegeram os diretores regionais geral e administrativo da Caixa de Assistência dos Profissionais do Crea-MG (Mútua-MG), respectivamente o engenheiro industrial mecânico Abelardo Ribeiro de Novaes Filho e a engenheira civil Júnia Neves.

Abelardo, que foi reeleito diretor-geral da Mútua-MG com 5.510 votos, espera fortalecer ainda mais o relacionamento com o Crea-MG, as entidades de classe e as instituições de ensino. "Essa parceria é importante para fazermos a divulgação da Mútua para os profissionais, oferecendo sempre os melhores benefícios", destacou. Ele lembrou que a Mútua-MG é a maior em número de associados e que, quase metade dos planos de saúde administrados pela Mútua são de associados mineiros. 

Abelardo

 Já a engenheira civil Júnia Neves, que recebeu 5.045 votos, assume a Diretoria Administrativa da Caixa de Assistência em 1º de janeiro de 2021. Ela explica que sua proposta é dar apoio a toda diretoria e reforçar a imagem da Mútua como braço assistencial do Sistema. "A Mútua é do profissional, dos mutualistas porque parte da ART vem para a Mútua. Estou aberta para ouvir todos os profissionais, os questionamentos e as dúvidas. Espero poder fazer um trabalho cada vez mais próximo de todos os profissionais da engenharia, da agronomia e das geociências", afirmou.

A Mútua é administrada por uma Diretoria Regional composta pelo diretor-geral, diretor-financeiro e diretor-administrativo, com mandato de três anos, coincidentes com o do presidente do Crea. A eleição do diretor-financeiro será em Plenária regular do Crea-MG, no período de 19 de novembro a 18 de dezembro. Participam da votação, conduzida pela CER, os conselheiros regionais e o voto é facultativo. 

As eleições, que ocorreram em todo o Brasil no dia 1º de outubro, também definiram os presidentes do Confea e dos Creas de cada estado e do Distrito Federal. Em Minas, o engenheiro civil Lucio Borges foi reeleito para Presidência do Crea-MG, gestão 2021/2023, com mais de 80% dos votos. Já o engenheiro civil Joel Krüger, que em Minas recebeu mais de 4 mil votos, foi reeleito para a Presidência do Confea. O resultado final será homologado pelo Conselho Federal.  

Junia Neves

O engenheiro civil Lucio Borges reassumiu a Presidência do Crea-MG na sexta-feira, dia 2 de outubro de 2020. Ele estava licenciado, desde 28 de fevereiro, para disputar a reeleição, no pleito que estava previsto para ocorrer em 3 de junho. Com dois adiamentos, em virtude da pandemia do novo coronavírus, a votação ocorreu em 1º de outubro, quatro meses depois do previsto.

Apesar do afastamento ter durado mais do que o previsto, totalizando sete meses, os trabalhos no Conselho continuaram se desenvolvendo bem. Na avaliação de Lucio, o bom desempenho no período deve-se ao fato de o projeto de dotar o Conselho de mais transparência, com simplificação de procedimentos e aprimoramento dos processos, e mais diálogo, com o compartilhamento das decisões, além do apoio de todos envolvidos na gestão do Crea-MG. “Nosso projeto de gestão é compartilhado e o vice-presidente Edilio [Veloso] soube dar seguimento a ele com comprometimento e determinação”, elogia.

Nos próximos meses, para finalizar o primeiro mandato, Lucio destaca como uma das prioridades a implantação do novo sistema corporativo, o Sitac/Versão MG, que vai permitir mais agilidade, eficiência e segurança na prestação de serviços para os profissionais e sociedade. “A implantação do novo sistema é um de nossos principais compromissos, porque vai facilitar a vida do profissional e vai melhorar a forma como prestamos nossos serviços”, destaca.

Além disso, a retomada das blitze em todo o estado também está entre as prioridades. Por isso, na segunda-feira, dia 05 de outubro, Lucio conversou com o gerente de Fiscalização, engenheiro eletricista Nicolau Neder. “Retomar as blitze é fundamental. Desde que implantamos esse modelo, em 2018, temos um ótimo resultado, por isso, queremos fechar o ano com uma série de ações em todo o estado”, explica Lucio.

Reeleição - O processo eleitoral foi realizado em mais de 100 cidades de Minas Gerais e contou com a participação de mais de 6.000 profissionais. Com mais de 80% dos votos válidos, Lucio foi o mais votado para a presidência do Conselho. O resultado será homologado pelo Confea e o segundo mandato será de janeiro de 2021 a dezembro de 2023. “Estou ciente de que os desafios hoje são ainda maiores do que eram quando começamos. O mundo mudou e novas práticas nas relações humanas e profissionais entrarão na pauta. Nós temos que estar preparados para isso. A nossa meta é avançarmos ainda mais nos resultados obtidos até agora e em direção a um Conselho cada vez mais compartilhado, ampliando os espaços de diálogo e participação que já existem hoje”, ressalta Lucio Borges.

 

Lucio reunião do Sitac

Com 160 urnas instaladas em 114 cidades e a colaboração de 640 mesários, o Crea-MG realizou, no dia 1º de outubro de 2020, as eleições do Sistema Confea/Crea e Mútua. Como o estado é muito grande, a apuração e a totalização dos votos levam algum tempo. E, ainda serão apurados pela CER, os votos em separado que estão vindo do interior. O resultado final será homologado pelo Confea. "Mas, já temos 149 urnas contabilizadas, ou seja, 93,13%, e podemos considerar que o engenheiro civil Lucio Borges foi reeleito presidente do Crea-MG. Até agora foram apurados 5541 votos e Lucio tem 80,85%", afirmou o coordenador da CER-MG, engenheiro florestal João Paulo Sarmento.

Na oportunidade, profissionais da engenharia, da agronomia e das geociências votaram para presidentes do Confea e do Crea-MG, diretores regionais administrativo e geral da Mútua-MG, e inspetores das comissões executivas locais. Os mandatos são de três anos, gestão 2021/2023, e os cargos honoríficos. 

De acordo com o calendário eleitoral, a data-limite para a CER-MG encaminhar à CEF, por meio eletrônico, o mapa geral de apuração e a ata final da eleição, é segunda-feira, 5 de outubro de 2020.

Realizadas em 1º de outubro de 2020, as eleições do Sistema Confea/Crea e Mútua contaram com 160 urnas – 84 obrigatórias, instaladas em inspetorias e escritórios, e 76 facultativas solicitadas por entidades, empresas, órgãos públicos e instituições de ensino – o Conselho teve mesas eleitorais em 114 cidades. "As eleições em Minas ocorreram dentro da normalidade. Tivemos a participação dos profissionais em todo estado, mesmo considerando a situação de pandemia", afirmou o coordenador da CER-MG, engenheiro florestal João Paulo Sarmento.

A votação começou às 8h e terminou às 19h com todas as medidas protetivas recomendadas pelas autoridades sanitárias. Em todas as seções eleitorais o uso de máscara foi obrigatório e os mesários usaram também protetores faciais e luvas descartáveis. Todas as  mesas tinham álcool 70% para higienização das mãos e objetos, além de marcações no piso, indicando uma distância segura.

Os profissionais da engenharia, da agronomia e das geociências votaram para presidentes do Confea e do Crea-MG, diretores regionais administrativo e geral da Mútua-MG, e inspetores das comissões executivas locais. Os mandatos são de três anos, gestão 2021/2023, e os cargos honoríficos. 

O coordenador da CER-MG explicou que em função do tamanho do estado, o trabalho de apuração e totalização dos votos ainda não terminou. "Temos, até às 10h de hoje [2 de outubro], 56 urnas apuradas das 160, 35% com 2.806 votos. Até o final da tarde, teremos números mais precisos. Lembrando que ainda serão apurados pela CER os votos em separado que estão vindo do interior e o resultado final será homologado pelo Confea", finalizou João Paulo Sarmento.